TELECARTOFILIA
Sobretudo nos anos noventa, esteve muito em voga o coleccionamento de cartões telefonónicos, mais usados. Em Portugal publicaram-se cerca de seis calálogos alusivos, como fazia jornalismo filatélico, onde se procurava integrar a nova modalidade, escrevi sobre todos, razão porque os possuo oferecidos na integra. Assim como um francês, editado pela mesma firma que publica catálogos mundiais de selos, Yvert et Telier, também me chegou exemplar.
Houve pelo menos, uma associação dedicada. Se bem me lembro houve uma Exposição Luso-Espanhola exlusiva da modalilade.
Em Lisboa, no Hotel Roma, com o lançamento do último catálgo, para sua promoção, também foi exibida uma exposição.
Nesses anos foram destituidas as velhas cabines telefónicas e substituidas por novas, já adequadas a funcionar com cartões, o ambiete ficou mais arejado.
Junto a elas era possível ir apanhando cartões que ao estarem esgotados ali ficavam.
FOTO: Daniel Costa, ontem
Depois os telemóveis tornara absoletos os cartões e as cabines telefónicas.
EXPERIMENTAÇÃO, pretende ser simples, mas cabe dizer que ainda possuo centenas de cartões. Reproduzo um novo que me foi oferecido por um amigo, a chefiar então uma Delegação de Propaganda médica. Um dos objectos a oferecer aos médicos contactados era um cartão de chamadas de número mais reduzido. O sistema foi usado por diversas firmas nos seus lançamentos.
Permito-me reproduzir então o cartão novo que me foi oferecido e uma cabine telefónica, já adaptada, não a mais moderna, por esta ser demasido alta para a fotografar.
Daniel Costa



